terça-feira, 31 de julho de 2012

Para reflexão

DIFERENÇAS ENTRE RELIGIÃO E ESPIRITUALIDADE

A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.
A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.


A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior.
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.


A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá Paz Interior.
A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz: "aprenda com o erro"..


A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro!
A religião não é Deus.
A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus.


A religião inventa.
A espiritualidade descobre.
A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.


A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.
A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de União.


A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.
A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.


A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.
A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz Viver na Consciência.


A religião se ocupa com fazer.
A espiritualidade se ocupa com Ser.
A religião alimenta o ego.
A espiritualidade nos faz Transcender.


A religião nos faz renunciar ao mundo.
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.
A religião é adoração.
A espiritualidade é Meditação.


A religião sonha com a glória e com o paraíso.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.
A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.


A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa Consciência.
A religião crê na vida eterna.
A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.


A religião promete para depois da morte.
A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida.


Prof. Dr. Guido Nunes Lopes

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Rumo a segundona


 4 x 1

SEM COMENTÁRIOS

sexta-feira, 27 de julho de 2012

10 Mandamentos

10 MANDAMENTOS
(para ser feliz)

1 – Creia em Deus;
2 – Não acredite em religiões;
3 – Não agrida o meio ambiente;
4 – Trate bem os animais;
5 – Limite seu círculo de amizade aos parentes de primeiro e segundo grau;
6 – Faça uma faculdade de medicina ou direito;
7 – Trabalhe com honestidade;
8 – Não acumule fortunas;
9 – Não abrace causas humanitárias;
10 – Tenha somente um filho.




terça-feira, 24 de julho de 2012

As agências reguladoras acordaram

Já que a onda agora é fiscalizar as concessionárias e operadoras, as agências reguladoras resolveram sair do ostracismo.








A ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica, ultimamente andou fazendo revisão de tarifas de energia elétrica nas concessionárias de energia elétrica de alguns estados (veja postagem anterior clicando aqui) e a ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações pegou pesado com as operadoras, inclusive proibindo algumas de vender novas linha de telefone móvel.

Agora a bola da vez, provavelmente deve ser a ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil. É que sendo responsável em fiscalizar a INFRAERO que administra a maioria dos aeroportos brasileiros, deixa correr frouxo os preços dos serviços prestados aos usuários da aviação.

Ora, quem nunca levou um susto com os preços ao consumir produtos oferecidos em alguma loja ou lanchonete de algum aeroporto?

Leia a seguir, trecho da matéria publicada no site Roberta Tum, sobre o assunto.

Halum solicita que Comissão fiscalize Anac e Infraero

O deputado federal César Halum (PSD-TO), protocolou nesta terça-feira, 17, a Proposta de Fiscalização e Controle (PFC) 90/2012 que propõe que a Comissão de Defesa do Consumidor fiscalize a Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC e a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - INFRAERO, em sua atuação de controle e administração do comércio de alimentos e outros nas aeronaves de transporte de passageiros e nas dependências aeroportuárias do Brasil.

“O crescimento constante do número de usuários do serviço de transporte aéreo tem exigido também a expansão do comércio alimentício, tanto nos aeroportos, quanto nas aeronaves das empresas aéreas que também oferecem o serviço de vendas a bordo”, disse o deputado.

Para César Halum, mesmo com a redução dos valores pagos pelos usuários na aquisição das passagens, os consumidores não têm seus direitos respeitados, “pois tendo a necessidade ou a vontade de se alimentar nos aeroportos brasileiros ou nas aeronaves, o custo da alimentação é altíssimo, sendo abusivos os preços praticados nos estabelecimentos ou na comercialização à bordo, chegando a pagar por um pão de queijo e um café até R$ 10,00 e numa água mineral 500ml R$ 4,00”.

“Fazendo uma simples comparação, visitando restaurantes ou lanchonetes existentes tanto nos aeroportos, quanto fora deles, percebe-se claramente a diferença dos valores cobrados nas dependências aeroportuárias se comparados aos preços praticados em shoppings ou outras localidades da cidade, externas ao aeroporto”, asseverou Halum

segunda-feira, 23 de julho de 2012

A sociedade em que vivemos

Nada mais certo e enfático do que a expressão “violência gera violência”.

Desde que comecei a colocar algumas ideias e pontos de vista neste humilde espaço, cada vez mais me decepciono com os ditos “seres humanos”. Digo isso com relação a criação e educação que muitas famílias brasileiras dão as suas crianças.

Em várias postagens anteriores fiz questão de transmitir e vou continuar sempre que puder, demonstrando minha indignação e abominação com relação a violência doméstica.

Gostaria de relembrar trecho de uma matéria divulgada pela Folha de São Paulo em 26/06/2012, onde uma “professora” aconselha através de um bilhete aos pais, espancar o filho, que no caso é seu aluno. (veja a matéria e o bilhete clicando aqui).

É como se algumas pessoas não tivessem qualquer problema e fossem todas iguais como carros em linha de montagem ou uma manada de ovelhas. Seria mais ou menos assim: “Se meu filho em certa idade aprende uma coisa, o seu também tem que prender” ou “o comportamento de um tem que ser igual ao do outro”. E o pior, a maioria das pessoas que comentaram a reportagem da Folha, defendem a violência como a forma ideal de educar.

Veja também pesquisa realizada nos Estados Unidos onde o estudo diz que Surras podem aumentar as chances de transtornos mentais, publicada no Portal IG, é só clicar aqui.

Abaixo, matéria publicada no portal G1 e vídeo divulgado no Jornal Hoje, sobre o assunto.

Vítimas de agressão na infância podem se tornar adultos violentos

Veruska Donato - São Paulo

Pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo mostra que quem apanha na infância, muitas vezes, vira um adulto violento, que espanca crianças. Segundo o estudo, que ouviu quatro mil pessoas em 11 capitais, o agressor de hoje já foi vítima da violência na própria casa no passado

“Quem sofre a punição física quando criança tende a aprender isso também como comportamento aceitável e como uma maneira de lidar com o conflito. Se ele não tiver outras maneiras, outros modelos ao longo da vida, isso tende a se repetir”, explica Renato Alves, pesquisador do Núcleo de Violência da USP.

Setenta por cento das pessoas ouvidas na pesquisa disseram ter apanhado quando crianças, sendo que 20% todos os dias. Foi esse grupo, dos que sofriam agressão com frequência, que admitiu que bateria muito nos filhos quando eles se comportassem mal.

A maioria dos entrevistados apanhava com vara, chinelo, palmada e pedaços de pau. “Geralmente você começa dando uma palmada até que essa aparente e inocente punição física se transforme em espancamento com pedaço de pau”, diz o pesquisador.

Para o juiz da infância e juventude, Luiz Carlos Ditomazzo, os casos que chegam ao Tribunal de Justiça de São Paulo mostram que o agressor pode ser tanto rico quanto pobre. “Nós costumamos dizer que a parede do barraco é mais fina, mas eu não tenho medo nenhum de afirmar que acontece na mesma proporção nas classes mais abastadas”, afirma o juiz.

Luiz Carlos defende uma lei mais dura do que a prisão para o agressor e a obrigação de tratamento médico: “Além da pena, da sanção penal, é preciso que haja a obrigação de um tratamento psicológico ou psiquiátrico”. Na comparação com uma pesquisa feita dez anos atrás, o percentual de entrevistados que apanharam quando criança caiu de 80% para 70%.


sexta-feira, 20 de julho de 2012

Para alguns, quanto pior, melhor...

Depois de duas derrotas para os nossos maiores rivais no brasileirão 2012, 1 x 0 para o Fluminense e a vergonhosa 3 x 0 para o Corínthias, mais grave ainda no próprio engenhão, a bagunça continua generalizada.

Depois da conquista do campeonato carioca de 2011 que o time do Flamengo não ganha absolutamente nada. Contratou o Ronaldinho Gaúcho como uma promessa e só causou decepção, Trocou de técnico e não resolveu bulhufas nenhuma.

Agora não consegue patrocínio para contratar um atleta de peso para ocupar a camisa 10, se bem que olhando pro passado, o FLA se deu muito bem quando utilizou a própria prata da casa.

Mas, analisando por outro ângulo existe quem está radiante com essa maré de azar do clube, é a chapa de oposição à atual presidente Patrícia Amorim, pois estão chegando as eleições e se o time não reagir, com certeza ela não se reelegerá.

Para nós torcedores, o que importa mesmo são vitórias e conquistas, se com Patrícia ou sem Patrícia, queremos o nosso mengão entre os melhores dos campeonatos nacionais e internacionais.


PRA FRENTE MENGÃO!


quarta-feira, 18 de julho de 2012

Área de preservação ameaçada

Enquanto se aguarda a definição do novo código florestal, vetado e/ou alterado em alguns artigos pela presidente Dilma Rousseff, surge a notícia de que o governo pretende diminuir parte da área de conservação ambiental localizada no sul do Pará denominada de Floresta Nacional do Jamanxim.


Segundo a agência Estado, a finalidade do desmembramento é para resolver problemas de disputas de terras na região.

Estamos cansados de acompanhar na imprensa de que os maiores depredadores do meio ambiente são justamente aquelas que são colocadas para cuidar, que são os assentados nos projetos de reforma agrária.

Sem um atendimento adequado por parte do governo, acabam se envolvendo em extração ilegal de madeira. Sem falar nos grandes agricultores e pecuaristas que sempre acham uma maneira de burlar a fiscalização para aumentar suas áreas já desmatadas.

Ora, não seria mais lógico ao invés de desmembrar, indenizar?

Tome-se como exemplo, a floresta nacional de Carajás, localizada também no sul do Pará, pertencente a companhia de mineração Vale, que mantém a floresta intacta através de uma intensa fiscalização, veja clicando aqui.

Abaixo, matéria divulgada no portal IG.

Governo estuda reduzir área da maior Floresta Nacional

No início de 2006, um decreto do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva criou a Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim, a maior de um conjunto de unidades de conservação no sul do Pará que ajudaria a conter o avanço das motosserras na Amazônia. Pouco mais de seis anos depois, o governo de Dilma Rousseff estuda tirar um pedaço da Flona de até três vezes o tamanho da cidade de São Paulo para resolver a disputa de terras na região.

A decisão tem tudo para se tornar histórica. Mais do que a terça parte da maior Floresta Nacional do País, de pouco mais de 1,3 milhão de hectares, está em jogo o destino da política de combate ao desmatamento na Amazônia. Ambientalistas certamente verão nela o início do desmanche das unidades de conservação, cujo ritmo de criação despencou desde o início do governo Dilma.

O problema é um pouco mais complicado. Grande parte das unidades de conservação criadas nos últimos anos não concluiu o processo de regularização das terras. Há bilhões de reais em indenizações a serem pagas. A reivindicação por terras no interior dessas áreas de proteção que implica em redução das unidades de conservação pode chegar a 1 milhão de hectares apenas no sul do Pará, segundo estimativas preliminares.

"Há situações a serem corrigidas", diz a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. "Mas é preciso separar o joio do trigo, para ver quem tem direito à posse da terra e quem a ocupou ilegalmente, para especular e desmatar. Há muito interesse de grilagem na região." O assunto está em estudo no Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), subordinado ao ministério, e deve ser levado ao gabinete da presidente. Enquanto a decisão não sai, a Flona do Jamanxim abriga rebanhos e pastagens degradadas, além da produção de café, milho e arroz onde, por lei, a única atividade econômica deveria ser o uso sustentável de produtos da floresta.

Em maio deste ano, segundo dados mais recentes de desmatamento do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), a Jamanxim perdeu 1 km² de floresta - o segundo maior abate de árvores detectado em unidades de conservação no mês. No final do governo Lula, houve duas Operações Boi Pirata dentro da Flona, na tentativa de conter o desmatamento ilegal na unidade. Nessas operações, os animais eram apreendidos pelo governo e depois leiloados. "Temos uma produção diversificada", diz Nelci Rodrigues, uma das líderes do movimento para excluir áreas de produção da Flona. Paranaense, ela ocupa um terreno de 2,4 mil hectares, mas sustenta que apenas ocupações até 1,1 mil hectares devem ser reconhecidas, de acordo com o limite da lei de regularização fundiária na Amazônia.

Ocupantes da Jamanxim contam com um forte lobby no Congresso, ao qual aderiram parlamentares da base de apoio do governo. O deputado Zé Geraldo (PT-PA) passou de defensor da criação da Flona a advogado da redução da área. "Foi um remédio amargo, necessário na época, para conter a grilagem desenfreada e a frente de desmatamento", sustenta o deputado. Ele calcula que cerca 500 famílias deveriam ter suas posses reconhecidas. Ainda pelos seus cálculos, a área no interior da unidade cuja ocupação deveria ser reconhecida alcança 600 mil hectares - quase metade do território da Jamanxim.

Documento encaminhado à ministra Izabella Teixeira pela advogada dos ocupantes da Flona, Samanta Pineda, alega que as pessoas que reivindicam a posse da terra foram atraídas pelo próprio governo federal a ocupar a Amazônia, nos anos 1970. "A inauguração da BR-163 era a concretização da promessa de que a região realmente seria foco dos recursos para o desenvolvimento", afirma no texto. Várias unidades de conservação no sul e oeste do Pará foram criadas para evitar a expansão do desmatamento após o asfaltamento da rodovia, que liga Cuiabá a Santarém.